segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Relativismo no Poder

 Caso a sociedade, estrutura como a conhecemos, fosse destruída 

ela retornaria feito Ave Fênix a se reestruturar do mesmo modo

a qualquer instante do surgimento de uma nova sociedade.


A nova sociedade se configuraria em um grupo superior no Poder

e um grupo inferior que defende e mantem o Poder, naturalmente, 

Por consequência e pela lei de dualidade que é a comprovação da existência;

esse novo Poder teria uma oposição que teria um grupo superior que cobiça o Poder

e essa luta resultaria na força reguladora que faz um certo equilíbrio, 

naturalmente, esse grupo de oposição

teria um grupo inferior que o apoia na chegada ao Poder.  


Quando o grupo no Poder destrói o equilíbrio desse movimento natural,

Quando o grupo que está no Poder abusa da autoridade

que os grupos inferiores os deram e os mantiveram no Poder;

há uma reação de derrubada e a troca de grupos no comando.  


Quando a sociedade degenera e entra no relativismo do Poder

e obriga os indivíduos a obedecer 

um Poder ditatorial a sociedade se autodestrói 

porque existirá uma oposição reprimida que se negará

viver com os seus valores, sua cultura, seus desejos e sonhos subjugados. 

O ser humano nasceu para a individualidade e a coletividade,

portanto a tolerância com as leis 

que impedem a manifestação de sua liberdade tem um limite tolerável e bem definido. 


Todos os indivíduos são seduzidos pelos marginalizados e livres,

porém, a nossa sensatez e coerência nos permite

perceber que é impossível estruturar uma sociedade de marginalizados 

sem que exista grupos estruturados trabalhando para o bem comum,

do qual até mesmo os indivíduos marginalizados dependem. 

Dentro dos grupos haverá também aqueles indivíduos 

capazes de altruísmo e sacrifício pela coletividade,

esses são necessário porque são  capazes de fazer uma revolução

ou manter uma estrutura de Poder.

J.Nunes